Peças selecionadas


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(R) Existir

Direção Márcio Negócio
Elenco: Fernando Vianna
Textos: Sylvia Orthof, Fernando Pessoa, Mário Quintana, Domingos de Oliveira,  Orçar Wild, Bertold Brecht, Clarice Lispector, Shakespeare, Dostoievski e Marta Medeiros.
Cenário e Figurino: Fernando Vianna

SINOPSE:  O teatro, assim como a palavra, é, sobre tudo resistência transcende o "existir" simplesmente, o"viver" cotidiano de cidadãos, sujeitos de direitos e deveres. O ato, a cena, ação transformadora de nós mesmos e do mundo, nos torna livres como a palavra nas mãos do poeta ou na boca/alma, nem que seja por um instante apenas... Ser ou não ser? Hamlet nos questiona e nos convida a desenrolar o fio desta trama chamada vida, na presença e no tempo do ator/capitão Fernando Vianna.

A MULHER Maracanã

Dramaturgia : Joice Marino e Criação Coletiva com elenco
Direção: Joice Marino
Edição: Yuri Mendes
Música Original: Isaque Z e Ariel Barbosa
Sonoplastia: Joice Marino
Produção Geral : Coletivo Denegrindo
Elenco: Ariel Barbosa  Cleo Fernandes Isaque Z Leandra Lima Matheus Almeida Matheus Teles Maicon Vianna Nicole Pinheiro Soninha Maracanã Sulamita Costa Yuri Mendes.

SINOPSE: A Mulher Maracanã é o que denominamos de "espetáculo-fundação" do Coletivo de teatro Denegrindo. A obra pretende narrar a historia de Soninha Maracanã, artista que consideramos de grande importância na cidade de Petrópolis.   A pesquisa para o espetáculo tornou-se também a  descoberta do próprio fazer de seus artistas em coletivo. A Mulher Maracanã é a lira que nos forma enquanto  construímos a nós mesmos dentro do teatro.

Diário do Ultimo Ato

Texto e direção: Ronaldo Ventura
Atuação: Ana Cecilia Reis
Figurino e caracterização: Patricia Almeida
Cenografia: Dhiego Rabelo
Produção: Cia Plúmbea e Ronaldo Ventura

SINOPSE: O espetáculo é um encontro íntimo entre a poeta Florbela Espanca e o público. Ele revive um momento da trajetória em que ela se tranca no quarto, nas primeiras horas de 8 de dezembro de 1930, e deixa a recomendação de que não fosse incomodada até a manhã seguinte. É o último dia de vida de Florbela, já que a poeta portuguesa se suicidou ingerindo frascos de remédios. O espetáculo não busca defini-la, pois essa é uma tarefa que nem ela foi capaz de de cumprir, mas antes de tudo, revelá-la.

Mar de Mayã

Texto: Paulo Marcos de Carvalho
 Elenco: Paulo Marcos de Carvalho e Taís Alves
Direção Geral, Corpo e Movimento: Josué Soares
Preparação Corporal: Sarah Christina Carvalho
Trilha Original - composição: Raphael Teixeira
Músicos: Raphael Teixeira e Flávio Lazaro
Figurino e Visagismo: André Vital
Costureira: Lúcia Helena
lluminação: Pablo Rodrigues
Operação de Luz: Hugo Charret
Fotografia (registro e divulgação): Marcelo Valle
Fotografia (projeto): Vivian Fernández
Programação Visual: Ploc Marketing Visual
Produção: Paulo Marcos de Carvalho
Apoio Produção: Julio Cesar e Victor Leal

SINOPSE:  O avanço do mar invade aquela pequena cidade e vai destruindo tudo o que encontra pela frente. Janú, um pescador não quer sair dali, enquanto Mayã, sua esposa anseia por mudança. Ela acaba morrendo no mar e em uma noite de lua cheia ela retorna na imaginação do atormentado pescador tentando seduzi-lo para seguir com ela em direção a sua nova morada. Mas o homem não reconhece naquela "visão" a sua amada. Conseguira Mayã seduzir Janú? Uma metáfora cortante da relação do homem com o mundo.

 

Mundo Cão

Elenco: Christiane Carvalho, Luciane Fortunatto, Lu de Oliveira e Nathan Cardoso
Texto: Marcio Negócio
Direção: Paulo Marcos de Carvalho
Direção Musical: Lu de Oliveira
Produção e argumento: Luciane Fortunatto
Figurinos: Raquel Theo
Iluminação: Fábio Branco

SINOPSE: O espetáculo conta a história de um cachorrinho que foi deixado na rua quando filhote pelo pai de sua pequena dona. Conforme passam os meses, ele conhece uma pessoa em situação de rua, um cachorro muito bonachão (Pelúcio) e uma gata muito mandona (Cat). Em meio a poesia de barris, latas, postes e ossos, o cão que por ter recebido tantos nomes diferentes, não tinha nenhum, relembra sua história e de alguns ex-donos bem maluquinhos. 

Nós

Texto : João Vila Real e Felipe Nunes
Música: Juliana Strassacapa
Atuação: Regina Elena Guimarães
Intérprete : Mabi Ferreira
Direção de movimento: Andréa Brisson
Figurinos:  Fruto do Conde e Mabi Ferreira
Produção executiva : Paulo Peçanha
Produção: Sekreta Conexões Culturais

SINOPSE: Espetáculo poético-musical que traz à luz da reflexão, situações de vulnerabilidade vividas por mulheres, quando em descontentamento com os padrões sociais impostos. O texto, numa livre adaptação, traz além de sua poética, dados estatísticos que comprovam a necessidade de ,ainda, ser preciso abordar, nas diversas formas de expressão , o direito de ser livre e poder fazer suas próprias escolhas.

O Povo em pé

Texto: Viviane Gonçalves Noel
Direção e músicas: Fred Justen
Elenco: Christiane Carvalho e Gabriel Cândido
Figurinos: Luciano Lima
Adereços: Fernando Queiroz
Cenografia: Patrícia Kreischer
Fotografia, Arte e edição: Tiago Vieira
Filmagem: Theobald Filmes
Produção: Fred Justen e Tiago Vieira

SINOPSE: A peça "O Povo em Pé" apresenta conflitos e diálogos entre uma Árvore Centenária e o Elemento Fogo. Nesses conflitos e diálogos, muitas questões são levantadas, sobretudo sobre a ação do homem enquanto agente manipulador do elemento fogo para produzir queimadas.
A consciência humana é o tempo todo provocada! A Árvore e o Fogo tecem diálogos reflexivos e poéticos que apontam a importância do Povo em Pé em todos os espaços e, sobretudo, nas florestas!

Sem palavras, Cem risadas

Elenco: Andressa Hazboun,  Léo Gaviole e Madson José
Montagem/Produção: Cia Palhastônicos.
Videomaker: Rafael Bisbis Audiovisual
Iluminacao: Carlos Geléia
Local: Teatro SESC Teresópolis.

SINOPSE: Cacareco, Flô Tulencya e Mortandela apresentam ao respeitável público cenas de entradas e gags do circo tradicional, mesclando habilidades circenses, musicais e teatrais, mas com um desafio: sem palavras! Primeiro espetáculo teatral do grupo Palhastônicos.

Tempos Verbais
Produção: Mariana Rocha
Criação, Direção, Atuação, Figurino, Cenário e Iluminação: Laércio Motta
Fotografia e cenotécnica: Ayron Motta

SINOPSE: A peça apresenta três narrativas acerca da pandemia. Uma, destinada ao passado, um reencontro virtual entre pai e filho depois de mais de vinte anos de separação. Outra, destinada ao presente, um homem que tenta de todas as formas influenciar pessoas a ficarem ricas durante o isolamento social. E a última, destinada ao futuro, uma história sobre o fim do mundo; depois de um cancelamento virtual generalizado um artista tenta se reerguer e reconquistar seu "lugar ao sol".

Um Requiém para Esmeralda

Direção - Madson Josée
Livre Adaptação - Madson José
Direção musical - Dalus
Direção de Arte - Raquel Théo
Preparação Corporal - Renata Alves
Treinamento Técnicas Circenses - Léo Gaviole
Elenco - Andressa Hazboun, Dalus Gonçalves, Léo Gaviole, Luisa Alves, Renata Alves e Rose Assis
Realização - Teatro Circense Andança e Grupo Palhastônicos

SINOPSE: Uma brasilidade explorada em um clássico Europeu. A partir de nossa cultura popular com seus folguedos e multi tradições, o espetáculo traz outras cores à trama do Corcunda de Notre-Dame, através de sons, de tons, de ritmos, das danças e da maneira de desenvolver a narrativa inspirada na literatura de Cordel.
Através do lúdico, da graça, do estado de palhaço, busca uma certa leveza em contraponto à densidade da história, fazendo com que o espetáculo seja uma certa mistura de gêneros.